domingo, 14 de agosto de 2011

Herdeiro do trono brasileiro virá a BH na sexta-feira

Um movimento que conta com cerca de 7 milhões de adeptos no país e mais de 700 mil em Minas ganhará espaço em Belo Horizonte nesta semana. Na próxima sexta-feira, o príncipe imperial do Brasil, dom Bertrand Maria de Orleans e Bragança, desembarca na capital para discutir a viabilidade de uma mudança no sistema de governo brasileiro com a implantação da monarquia parlamentarista.


O objetivo de quem defende o movimento é o de restabelecer o poder do rei, que poderia indicar um primeiro-ministro, com poderes até para dissolver, a qualquer momento, o Congresso Nacional. Dessa forma, a figura do presidente da República seria eliminada.


Argumentos. Em meio a um cenário de crises e escândalos, a possibilidade de se convocar novas eleições no caso de irregularidades cometidas por parlamentares é um dos trunfos usados pelo movimento Círculo Monárquico de Belo Horizonte para conquistar mais adeptos.


Além da possibilidade de tratar com o devido rigor as irregularidades cometidas em órgãos públicos, os defensores do monarquismo no país alegam que, durante as experiências em que a família real esteve no comando, questões como remuneração profissional e a inflação recebiam uma maior atenção e, por isso, eram melhores controlados.


O Círculo Monárquico de Belo Horizonte, instituição mineira que defende a implantação da monarquia no Brasil, é presidido pelo reitor da Faculdade de Sabará, Mário Lima Guerra.


Dom Bertrand de Orleans e Bragança tem 70 anos é o príncipe imperial do Brasil desde 1981, quando seu irmão, Dom Luís Gastão, assumiu o posto de Chefe da Casa Imperial Brasileira.

É o terceiro filho de Dom Pedro de Orleans e de Dona Maria Isabel da Baviera.

Dom Bertrand, herdeiro do trono brasileiro, nasceu na cidade francesa de Mandelieu.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mais de 40% dos alunos das universidades federais são das classes C, D e

Amanda Cieglinksi
Da Agência Brasil
Em Brasília

Cerca de 43% dos estudantes das universidades federais são das classes C, D e E. O percentual de alunos de baixa renda é maior nas instituições de ensino das regiões Norte (69%) e Nordeste (52%) e menor no Sul (33%). É o que mostra pesquisa da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que será lançada hoje (3), sobre o perfil dos estudantes das universidades federais.

Para a Andifes, o resultado do estudo, que teve como base 22 mil alunos de cursos presenciais, desmistifica a ideia de que a maioria dos estudantes das federais é de famílias ricas. Os dados mostram, entretanto, que o percentual de alunos das classes mais baixas permaneceu estável em relação a outras pesquisas feitas pela entidade em 1997 e 2003.

Segundo o presidente da Andifes, João Luiz Martins, as políticas afirmativas e a expansão das vagas nas federais mudaram consideravelmente o perfil do estudante. A associação avalia que se não houvesse as políticas afirmativas, o atendimento aos alunos de baixa renda nessas instituições teria diminuído no período.

domingo, 24 de julho de 2011

Justiça manda o MEC divulgar correção da redação do Enem

RIO DE JANEIRO. A Justiça Federal no Maranhão concedeu uma liminar determinando ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) a inclusão, em 30 dias, de uma cláusula no edital do Exame Nacional do Ensino Médio 2011 (Enem) que permita aos candidatos ver a prova de redação corrigida já no exame deste ano. O Inep informou que vai recorrer.

A decisão em caráter liminar atende ao pedido do Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA), que também havia solicitado que fosse garantido aos candidatos a possibilidade de recorrer junto ao próprio Inep do resultado obtido. O juiz, no entanto, entendeu que o critério de correção da redação é seguro e, diante da dimensão do Enem - neste ano, 5,4 milhões se inscreveram -, seria inviável do ponto de vista prático oferecer esse direito.

As redações do Enem são corrigidas por dois examinadores e, havendo uma discordância de 300 pontos ou mais (em uma escala de 0 a 1.000) entre as avaliações deles, um terceiro coordenador dá uma nota que elimina as anteriores.

A mudança já estava em estudo pelo Inep. "O estudante tem o direito de rever a prova. Estamos nos organizando para isso", disse a presidente do órgão, Malvina Tuttman há dois meses. A nova medida valeria, no entanto, a partir do segundo semestre de 2012.

ler mais http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=177546,OTE

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Após 80 dias de greve, professores retornam aulas para 300 mil alunos no Rio Grande do Norte

Carlos Madeiro
Especial para o UOL Notícias
Em Maceió

Depois de 80 dias de paralisação, os professores da rede estadual de educação do Rio Grande do Norte decidiram encerrar a greve nesta quarta-feira (20). Apesar de recusarem a proposta do governo, a categoria acatou o decreto de ilegalidade do movimento do Tribunal de Justiça do Estado, que determinou o corte dos professores em greve e multa de R$ 10 mil por dia ao sindicato.

Com a decisão, as aulas de cerca de 300 mil alunos, de 553 escolas afetadas em todo o Estado, foram retomadas nesta quinta-feira (21). Um calendário com reposição das aulas, especialmente para os alunos do 3° ano do ensino médio, deve ser apresentado até o início da próxima semana, a fim de garantir a inscrição dos alunos em vestibulares.

Durante audiência nesta quarta, o governo não apresentou nova proposta e manteve o reajuste oferecido de 34%, concedidos em parcelas de setembro a dezembro, e uma revisão do plano de cargos e salários.


http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/07/21/apos-80-dias-de-greve-professores-retornam-aulas-para-300-mil-alunos-no-rio-grande-do-norte.jhtm

segunda-feira, 18 de julho de 2011

EUA começam a dispensar ensino de letra de mão nas escolas

Vários estados americanos entendem que letra de forma é mais importante.
Educadoras brasileiras dizem que uso no país também está mudando.

Da Agência Estado


O ensino da letra cursiva (de mão) será opcional no estado norte-americano de Indiana e deverá ser banido definitivamente nos próximos anos. A decisão deve ser seguida por mais de 40 Estados do país que também consideram esta forma de escrever como ultrapassada. Na avaliação deles, é mais importante se concentrar no aprendizado das letras bastão (de forma).

O argumento dos defensores desta lei, que provocou polêmica nos Estados Unidos nas últimas semanas, é de que hoje as crianças praticamente não necessitam mais escrever as letras com caneta ou lápis no papel. Seria mais importante elas aprenderem a digitar mais rapidamente, já que quase toda a comunicação acontece por meio de letras de forma nos celulares e computadores.

"As escolas devem decidir se pretendem ensinar letra cursiva, mas recomendamos que deixem de ensinar e se foquem em áreas mais importantes. Também seria desnecessário encomendar apostilas que ensinem letra cursiva", diz um memorando do Departamento de Educação de Indiana.

A Carolina do Norte também já anunciou que adotará uma medida similar, segundo suas autoridades educacionais. A Geórgia é outro Estado americano que recomenda o fim do ensino, segundo seu porta-voz Matt Cardoza, apesar de "aceitar que os alunos aprendam a letra de mão caso os professores considerem necessário".

Esses Estados, assim como outros 40, integram o Common Core Stated Standards Initiativa (Iniciativa para um Padrão Comum de Currículo), responsável por tentar padronizar o ensino básico nos Estados Unidos. O grupo defende abertamente o fim do ensino da letra cursiva.

No Brasil, principalmente na última década, há uma nova metodologia no ensino da letra cursiva, mas não seu abandono nas escolas. "Não conheço escola que não a utilize mais", afirma Fernanda Gimenes, diretoria pedagógica da área de português do colégio bilíngue Playpen. "Ela perdeu a prioridade. Antes, o aluno era alfabetizado na cursiva. Hoje, mais do que ensinar uma técnica, queremos desenvolver as habilidades de leitura e escrita."

Separar o aprendizado da cursiva como requisito para que uma criança seja considerada alfabetizada é uma conquista recente, praticamente da última década. "Vemos como uma evolução, não uma condição", diz Esther Carvalho, diretora-geral do Colégio Rio Branco. Mesmo que o aluno opte pela letra bastão no futuro, o aprendizado da cursiva, segundo Esther, é fundamental para desenvolver a coordenação motora fina. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/07/eua-comecam-dispensar-ensino-de-letra-de-mao-nas-escolas.html

sábado, 16 de julho de 2011

Historiador lança livro em que tenta tirar João Goulart do limbo

Fraco, medíocre, demagogo. Fujão, covarde, traidor. Direita e esquerda carimbaram vários adjetivos na imagem de João Goulart, o presidente deposto pelo golpe militar de 1964.

Esquecido, quase sem lugar nos livros de história, Jango tem em torno de si silêncio. Jorge Ferreira, 54, professor de história do Brasil na Universidade Federal Fluminense, busca desinterditar a memória desse personagem com "João Goulart, uma Biografia".

Nesta entrevista, ele fala do livro e diz que populismo não é um conceito teórico, mas uma desqualificação política. "Populista é sempre o outro, aquele de quem você não gosta", afirma.

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/944384-historiador-lanca-livro-em-que-tenta-tirar-joao-goulart-do-limbo.shtml

Anastasia ironiza protesto de professores na cerimônia do Dia de Minas

Rafael Passos

Amanda Almeida

Publicação: 16/07/2011 13:20 Atualização: 16/07/2011 13:33
O governador Antônio Anastasia (PSDB) ironizou o protesto de cerca de 50 professores estaduais durante a cerimônia da entrega da Medalha no Dia de Minas, neste sábado, em Mariana, Região Central do estado.

Os servidores vaiaram o governador na solenidade e usaram capuzes roxos em referência, segundo eles, à luta dos inconfidentes mineiros contra a dependência do Brasil à Cora Portuguesa. Perguntado sobre o traje dos profissionais da educação, Anastasia ironizou. "Achei que foi uma homenagem ao Harry potter. Com radicalismo é muito difícil conversar", disse à imprensa.

Os professores estão em greve desde 8 de junho e, em assembleia na última quinta-feira, decidiram manter a paralisação por melhores salários.

Apesar do protesto, o governador discursou, falou sobre a história de Minas e prestou homenagem ao ex-presidente da República Itamar Franco. O político morreu em 2 de julho vítima de um acidente vascular cerebral (AVC).

Cinquenta pessoas receberam condecoração do governo de Minas, como o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD) e o cirurgião plástico Ivo Pitanguy.

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2011/07/16/interna_politica,240099/anastasia-ironiza-protesto-de-professores-na-cerimonia-do-dia-de-minas.shtml